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Minha (boa) impressão do Maracanã Mais

  
Domingo, dia de FlaxFlu no Maracanã. Só que dessa vez decidi gastar um pouco além e experimentar o setor Maracanã Mais, aberto após as reformas do estádio pra Copa do Mundo. O Maracanã Mais é um setor intermediário entre o Camarote e as Arquibancadas centrais (um pouco mais caras que o setores atrás dos gols). Eu paguei o valor inteiro (R$155) e minha namorada pagou a meia (R$100). Esse valor tem buffet (R$40) incluído. Ou seja, bebida e comida a vontade.

  
Infelizmente, como o mando de jogo era do Fluminense, não pude comprar e carregar o meu ingresso no meu cartão de sócio-torcedor do Flamengo. Porém, o Maracanã também criou o seu próprio cartão, onde carreguei meu ingresso e poderei usá-lo sempre em outros jogos (somente para inteiras), não enfrentando fila e comprando pela internet. Como a Larissa não é sócia do Fluminense, tivemos que ir até o Maracanã para fazer a retirada do ingresso. Fica a dica para o Maracanã sinalizar e informar os funcionários de qual é a bilheteria certa. 

Como disse antes, o Maracanã Mais tem buffet liberado, então chegamos no estádio por volta de 15h para ver como funcionava esse esquema e ter a experiência de almoçar no estádio e aproveitar com tranquilidade todo o momento antes do jogo. 

No dia, o buffet tinha cachorro-quente, penne, farfale, sanduiches e salgados. Pra beber, refrigerante e água. Tudo muito bem servido e recem-feito.

  
Uma das decepções foi ver que o lugar é no setor Oeste. Pensei que fosse na parte supeior do estádio, mas tudo bem.

No final acho que valeu a pena. Uma vez no ano dá pra fazer essa brincadeira. 🙂

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Um lugar chamado Void General Store

Sabe aquele lugar que você se sente a vontade para ficar conversando com os amigos, tomando uma boa cerveja e ouvindo uma música legal? Pois é, conheci um lugar assim há mais ou menos um mês. Meio que escondido entre dois restaurantes na Olegario Maciel, na Barra da Tijuca, lá estava ela. Com uma arquibancada, bancos de madeira e luzes penduradas no meio do caminho, a entrada da Void General Store te convida a entrar na hora!

Com uma filial também no Leblon, o lugar é diferente de tudo que já vi, pelo menos no Rio de Janeiro. A Void, como o próprio nome já diz, é uma general store, ou seja, vende de tudo um pouco, desde camisinha até roupas e tênis. Lá tudo é muito organizado e muito descolado, os atendentes são simpáticos e como a vibe do lugar exige têm um visual bem alternativo.


Para comer, a boa é o Hareburger, marca de hambúrger aqui do Rio feito somente com carne de soja. O clima da Void pede uma boa cerveja com os amigos, e lá eles tem uma ótima variedade, da Heineken (garrafa de 600ml a R$10) a Duvel (R$24).

A Void é aquele lugar para você voltar sempre com os amigos. Eu volto, com certeza!

Mais fotos do que você encontra na Void:

  

Engenhão

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Depois de quase dois anos fechado para obras (será que realmente necessárias?), o Estádio Nilton Santos (João Havelange apenas oficialmente, e por enquanto), mais popularmente conhecido como Engenhão, finalmente reabriu para os torcedores. Sob administração do Botafogo, o estádio nunca esteve entre os mais queridos dos cariocas, que enumeram entre outros motivos para não gostarem do estádio, a sua localização.

Para quem tem como principal opção há mais de 60 anos o Maracanã, acho compreensível esse estranhamento, mas acho que há um pouco de preconceito também. Já estive muitas vezes no estádio e gostei de algumas coisas e não gostei de outras. Mas a sua localização é no mínimo privilegiada em tempos de poucos terrenos disponíveis na cidade.

Bem em frente há uma estação de trem que em no máximo 15 minutos deixam os torcedores na estação Central do Brasil, de onde tem conexão com o metrô e com diversas linhas municipais e intermunicipais. Além disso, o estádio está a poucos metros da Linha Amarela que corta toda a Zona Norte em direção a Zona Oeste e outras regiões da cidade. Em dias de jogos de maior apelo, havia muitos congestionamentos para quem queria pegar essa via expressa. A prefeitura resolveu a questão com um viaduto.

Concordo que é preciso mais atrativos para levar os torcedores ao Engenhão e tirar o título de “Vazião”. Acho que o Botafogo tem uma ótima oportunidade para fidelizar seus torcedores junto ao estádio na campanha deste ano da série B.

Saudades da Bunker

Ambiente escuro, luzes vermelhas e um corredor com paredes pintadas de bolas brancas e vermelhas. Quem tem de 18 a 30 anos com certeza se lembra perfeitamente de cada detalhe da inesquecível Bunker 94. A noite do Rio de Janeiro nunca foi acolhedora com o público que gosta de rock. Tirando o Garage e a Casa da Matriz, a Bunker era um dos poucos (e bons) lugares pra curtir uma balada rock.

Podia estar chovendo, nevando ou caindo canivetes, não importa, toda sexta, o povo estava lá na Bunker, tanto dentro quanto fora. Sim, porque a porta da Bunker era tão boa quanto a própria Bunker. Muita gente que tava sem dinheiro ou sem vontade de entrar ia pra porta, conversava com os amigos e ficava bebendo cerveja do bar do lado por ali mesmo até altas horas da madrugada.

A Bunker tinha duas pistas, uma menor e outra bem maior, que tinha queijos e vários sofás, pro pessoal descansar e dar uns amassos (que muitas vezes passavam e muito só dos amassos!) Uma coisa legal dos amassos é que acho que tinha uma ordem da casa pros seguranças que podia deixar rolar. Não importa onde o nível da putaria estivesse, ninguém era importunado.

A festa que sempre tinha era a Paranoid Android. Dj Buba tocava de tudo, até as 6 da manhã. Foo Fighters, Slipknot, System, Nirvana e por aí vai. Na Bunker eu dei muitos beijos e conheci grandes e melhores amigos que fazem parte até hoje da minha vida.

Infelizmente, em 2006, a nossa Bunker (sim! NOSSA!) fechou as portas e hoje a única coisa que toca por lá são os cds do Revelação que são vendidos na Americanas Express, que foi o que virou a boate. Toda vez que passo por lá vem a nostalgia. Ah! como aquele lugar era bom!

*Agradecimentos a Lucciene que deu a foto lá de cima pro post! 🙂

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