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Um lugar chamado Void General Store

Sabe aquele lugar que você se sente a vontade para ficar conversando com os amigos, tomando uma boa cerveja e ouvindo uma música legal? Pois é, conheci um lugar assim há mais ou menos um mês. Meio que escondido entre dois restaurantes na Olegario Maciel, na Barra da Tijuca, lá estava ela. Com uma arquibancada, bancos de madeira e luzes penduradas no meio do caminho, a entrada da Void General Store te convida a entrar na hora!

Com uma filial também no Leblon, o lugar é diferente de tudo que já vi, pelo menos no Rio de Janeiro. A Void, como o próprio nome já diz, é uma general store, ou seja, vende de tudo um pouco, desde camisinha até roupas e tênis. Lá tudo é muito organizado e muito descolado, os atendentes são simpáticos e como a vibe do lugar exige têm um visual bem alternativo.


Para comer, a boa é o Hareburger, marca de hambúrger aqui do Rio feito somente com carne de soja. O clima da Void pede uma boa cerveja com os amigos, e lá eles tem uma ótima variedade, da Heineken (garrafa de 600ml a R$10) a Duvel (R$24).

A Void é aquele lugar para você voltar sempre com os amigos. Eu volto, com certeza!

Mais fotos do que você encontra na Void:

  

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Músicas para lembrar

Desde que nascemos, a música está presente no nosso cotidiano, na nossa vida. A canção de ninar, o parabéns a você e assim por diante. É incrível como sempre que ouvimos uma música lembramos de algum momento legal (ou não) que aconteceu com a gente.

Apesar de ter uma memória muito boa, minhas lembranças musicais acho que são só a partir da minha adolescência, falando de música mesmo, pois os jingles de comerciais da infância todo mundo lembra (como esquecer a pipoca com guaraná!!!??? ).

Sempre que ouço Nirvana ou Korn ou Rage Against the Machine me lembro dos meus tempos de Garage. Ali eu conheci grandes amigos, vivi coisas muito legais e outras nem tanto, mas sempre vou pensar com carinho daquele tempo, que foi demais!

Muitas das músicas que estão no meu iPod são da época em que eu ia na querida e saudosa Bunker. Everlong, do Foo Fighters, Before I Forget, do Slipknot, e claro, Juicebox, do Strokes eram as minhas preferidas, que me faziam ir direto pra pista correndo pra dançar muito. A nostalgia com Everlong é grande, pra mim essa é A música da Bunker.

Tem também aquela música que não necessariamente te lembra algo que te aconteceu, mas te remete a alguma coisa ou te faz ter alguma vontade. Tipo Detonautas, que sei lá, me lembra praia, deve ser por causa daquela música Quando o Sol se For. 🙂 Já Sex on Fire, do Kings of Leon, não tem como não pensar exatamente em sexo.

E vocês, qual música te faz lembrar de coisas marcantes?

Saudades da Bunker

Ambiente escuro, luzes vermelhas e um corredor com paredes pintadas de bolas brancas e vermelhas. Quem tem de 18 a 30 anos com certeza se lembra perfeitamente de cada detalhe da inesquecível Bunker 94. A noite do Rio de Janeiro nunca foi acolhedora com o público que gosta de rock. Tirando o Garage e a Casa da Matriz, a Bunker era um dos poucos (e bons) lugares pra curtir uma balada rock.

Podia estar chovendo, nevando ou caindo canivetes, não importa, toda sexta, o povo estava lá na Bunker, tanto dentro quanto fora. Sim, porque a porta da Bunker era tão boa quanto a própria Bunker. Muita gente que tava sem dinheiro ou sem vontade de entrar ia pra porta, conversava com os amigos e ficava bebendo cerveja do bar do lado por ali mesmo até altas horas da madrugada.

A Bunker tinha duas pistas, uma menor e outra bem maior, que tinha queijos e vários sofás, pro pessoal descansar e dar uns amassos (que muitas vezes passavam e muito só dos amassos!) Uma coisa legal dos amassos é que acho que tinha uma ordem da casa pros seguranças que podia deixar rolar. Não importa onde o nível da putaria estivesse, ninguém era importunado.

A festa que sempre tinha era a Paranoid Android. Dj Buba tocava de tudo, até as 6 da manhã. Foo Fighters, Slipknot, System, Nirvana e por aí vai. Na Bunker eu dei muitos beijos e conheci grandes e melhores amigos que fazem parte até hoje da minha vida.

Infelizmente, em 2006, a nossa Bunker (sim! NOSSA!) fechou as portas e hoje a única coisa que toca por lá são os cds do Revelação que são vendidos na Americanas Express, que foi o que virou a boate. Toda vez que passo por lá vem a nostalgia. Ah! como aquele lugar era bom!

*Agradecimentos a Lucciene que deu a foto lá de cima pro post! 🙂

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